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Última atualizaçãoQui, 26 Abr 2018

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Gays 'protestam' em conferência cristã e pastor aproveita para evangelizar: "Amamos vocês"

Um protesto que um grupo de defesa dos direitos LGBT tinha anunciado anteriormente como "histórico" acabou se tornando não tão notável assim no dia da abertura do encontro anual da Convenção Batista do Sul (SBC) em Phoenix (EUA), conforme relataram testemunhas. Apesar da manifestação aparentemente mais "tímida", os folhetos distribuídos pelo grupo incluíram o logotipo e o tema da Conferência 'SBC 2017' como alvo do protesto.

Não mais de 10 ou 15 pessoas pareciam se juntar ao protesto da organiza 'Faith in America' (FIA), pedindo que a SBC deixe de considerar a homossexualidade e a identidade transgênero como pecados. Eles distribuíram panfletos e abordaram pessoas para conversar do lado de fora do Centro de Convenções de Phoenix, se dispersarem por volta das 13h (horário local), conforme as testemunhas relataram à agência 'Baptist Press'.

O ex-presidente da Convenção Batista do Sul, James Merritt foi abordado por um manifestante que ele descreveu como "respeitoso" e afirmou que a presença do grupo não representou nenhuma ameaça ao evento, mas sim uma bênção aos participantes da conferência.

"Eu não consigo acreditar que eles vieram aqui por conta própria. Eles podem até pensar que sim", disse Merritt à 'Baptist Press'. "Mas eu acho que Deus os trouxe aqui, e Deus nos fez um favor, trazendo-os aqui para que possamos estender-lhes o amor de Cristo e a bondade do Espírito Santo".

Merritt, que é pastor principal da Igreja 'Cross Point', perto de Atlanta e apresentador do programa de TV 'Tocando Vidas', disse que pediu a Deus em suas orações matutinas, para que todos os manifestantes vissem o amor de Cristo em cada participante da Conferência a quem eles abordassem.

"Havia um cavalheiro mais velho aqui - que inclusive era de alguma igreja - e tentou me dar uma broche para eu usar", disse Merritt. "Eu apenas sorri para ele e não disse nada... Eles realmente foram respeitosos e têm o direito de estar aqui".

Além dos manifestantes, um outdoor móvel da FIA continuou a circundar silenciosamente o bloco adjacente ao Centro de Convenções, onde conferência anual da Convenção Batista do Sul foi realizada. A grande placa expunha uma estatística de que 40% dos adolescentes sem residência nos EUA são LGBT e convidaram os participantes do evento para uma refeição grátis às 18h30 No Hotel 'Hyatt Regency', localizado nas proximidades.

Merritt lembrou a reunião anual de 2002 em St. Louis durante sua presidência, quando os grupos pró e anti-LGBT alinharam as calçadas fora do centro de convenções de St. Louis. Naquele ano, cerca de 50 manifestantes homossexuais foram presos, informou a BP.

Um representante da Convenção Batista do Sul, Joe Sims - membro da Primeira Igreja Batista de Bremen, Geórgia - disse que ele e seu pastor também falaram com um manifestante durante a hora do almoço. Ao meio dia, ele só viu cerca de oito manifestantes.

"Eles nos entregaram um folheto", contou Sims, "e, claro, a primeira coisa que notei no folheto era que eles usavam nosso logotipo. Achei um tanto incomum que eles usassem nosso logotipo na frente, mas acho que foi um Maneira de distribuí-lo na entrada do evento".

Joe Sims relatou que "os manifestantes apenas queriam conversar".

"Meu pastor, Herman Parker, apenas fez a seguinte declaração: Não fomos nós, cristãos, quem classificamos a homossexualidade como pecado. Nós não colocamos na 'lista do pecados'. Foi Deus quem fez isso. Portanto, não podemos 'tirá-la da lista'. De qualquer forma, ainda amamos vocês", relatou Sims.

A FIA se descreve como um grupo sem fins lucrativos, fundado em 2006 "para encerrar décadas e séculos de ensinamentos religiosos para justificar a marginalização e discriminação de outros" e é "dedicada a influenciar os discursos da comunidade de mídia e fé sobre religião e sexualidade".

Em um comunicado de imprensa de 31 de maio o grupo anunciou o protesto, que o co-fundador da FIA e o co-presidente Mitchell Gold disseram que seria um "momento histórico".

"Não se trata de conflito e divisão, mas sim de falar a verdade e defender nossos filhos e adolescentes, que estão sendo feridos", disse ele em maio. "É também uma forma de encontrar local comum em torno de nossos filhos e jovens".

Fonte: Guia-me


Mais de 2 mil pessoas aceitam Jesus durante culto realizado em universidade, nos EUA

Mais de 38 mil pessoas lotaram o estádio da Universidade de Phoenix no Arizona, nos Estados Unidos, no último domingo (11), para um encontro que tinha o objetivo de despertar a nação para Deus.

Durante o evento “Harvest America”, liderado pelo pastor Greg Laurie, cerca de 2.904 pessoas indicaram a decisão de seguir a Jesus Cristo, de acordo com a organização. Além disso, mais de 42 mil pessoas acompanharam o culto online e, dentre elas, 494 aceitaram Jesus.

“Nós queremos pregar o Evangelho em praça pública e levantar uma bandeira: ‘É nisso que os cristãos acreditam’”, disse o pastor John Collins, que atua na organização do encontro.

“Cremos que nossa nação está precisando de um avivamento. As soluções que homens e mulheres estão esperando não vão ser encontradas na política. Nós acreditamos que elas vão ser encontradas em um relacionamento com Jesus Cristo”, Collins acrescentou.

Com um tom evangelístico, o pastor Laurie usou histórias simples e experiências de vida para ensinar sobre Jesus, relembrando os desafios de ter tido uma mãe alcoólatra e sua luta contra as drogas.

“Eu quero falar com pessoas que estão se perguntando: ‘O que eu estou vivendo?’”, disse Laurie ao The Republic. “Nós todos estamos à procura de algo. Este é o evento perfeito para alguém que já se perguntou sobre Jesus Cristo”.

Além de números expressivos no público, o evento contou com mais de 7 mil voluntários e a participação de 400 igrejas do Arizona.

Um dos voluntários foi Andrew Jarman, de 23 anos, que participa da Missão de Resgate de Phoenix, um programa que oferece reabilitação de drogas e auxilia moradores de rua. “Foi uma experiência muito legal. Muitas pessoas participaram. Foi uma loucura”, disse o jovem.

Greg Overmyer, de 48 anos, acredita que eventos como esse podem ajudar a unir o país em tempos de divisão política.

“A América é rotulada como uma nação cristã e, realmente, muitas partes de nossa constituição foram construídas sobre ideais cristãos. Mas para sermos verdadeiramente uma nação cristã, temos que submeter nossa vontade à vontade de Deus e amar uns aos outros”, disse Overmyer.

Fonte: Guia-me

Judeus que creem em Jesus estão sendo barrados de imigrar para Israel

Quando o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou que a nação estava “comprometida com a liberdade de todos os credos”, muitos judeus messiânicos tentaram fazer a aliá, termo que designa a imigração judaica para Israel.

“Em todo o Oriente Médio, as comunidades cristãs têm sido dizimadas e as minorias perseguidas. Mas aqui em Israel, estamos orgulhosos de ter uma comunidade cristã que está crescendo e prosperando, e nós garantimos os direitos de todos”, afirmou Netanyahu enquanto recebia o presidente norte-americano Donald Trump em seu país.

No entanto, judeus messiânicos revelaram que têm tido o direito negado de imigrar para Israel, por causa de sua fé. Um deles disse ao site Kehila News Israel que quando ouviu o discurso de Netanyahu, “só conseguia pensar: infelizmente os direitos de todos ainda não estão garantidos”.

Israel tem encorajado ativamente judeus de todo o mundo para fazerem a aliá. Aqueles que imigram, recebem um pacote de benefícios para começar a construir sua vida na nação, incluindo descontos em compras de casas e carros, reduções de impostos sobre sua renda e aulas gratuitas de hebraico.

Durante esse processo, o indivíduo precisa provar com seus documentos que é judeu ou neto de judeus. No entanto, os judeus que acreditam em Jesus Cristo são encarados como “cristãos” e não são considerados elegíveis para a cidadania israelense — mesmo que tenham provado a sua linhagem judaica.

Um casal de judeus messiânicos, que escolheu manter sua identidade anônima, apresentou todos os seus documentos para fazer aliá e esperou uma resposta por meses. Eles compraram uma casa em Israel e começaram a viver de suas economias, sem contar com o apoio do estado. Finalmente, veio a resposta do Ministério do Interior de Israel.

“‘Você teve a cidadania negada porque pertence ao judaísmo messiânico, que é uma exceção à Lei do Retorno’, apesar do fato de sermos 100% judeus”, contou J.

Ele ainda observou que em todas as nações democráticas do mundo, os judeus são livres para acreditar no que quiserem. Mesmo em Israel, é possível encontrar um judeu envolvido na Nova Era, Budismo ou ateísmo.

“Mas se eu acredito em Yeshua (Jesus), sou rotulado como um ‘missionário perigoso’”, disse J. “A ideia do Primeiro-Ministro não é garantir os direitos de todos. Talvez, agora é a hora de defender as palavras que ele proclamou ao presidente dos Estados Unidos”.

Os advogados de J. acreditam que o casal não irá receber a cidadania, apesar de um processo de apelação que já dura anos.

Em outro caso, a judia israelense A. e seu marido, que não é judeu, foram chamados pelo Ministério do Interior e interrogados separadamente. “Nós sentimos como se fôssemos criminosos”, disse ela.

“Nós não estamos aqui para tentar mudar as leis de Israel. Estamos apenas pedindo alguma forma de permanecer aqui e continuar servindo a nossa cidade”, disse J.

Fonte: Cpad News

Zé Bruno: Que raio de cristão acha que Deus precisa de homens para fazer Sua obra?

"Deus não precisa de mim para fazer o que Ele tem que fazer". A frase é clara e expõe um sentimento acompanhado de indignação, exposto em uma reflexão recente do pastor e vocalista da Banda Resgate, Zé Bruno em um vídeo que integra uma série de reflexões.

No vídeo intitulado "cur.rí.cu.lo (te conheço?)", Zé Bruno falou um pouco sobre visão ministerial e destacou que é importante ter sempre em mente que a aparente 'prosperidade' ou o 'sucesso' de um ministério não é por si só uma prova de que Deus está se movendo naquele projeto (igreja, grupo, etc).

"Tem uma frase que é comum você ouvir... alguém que diz assim: 'Deus está com aquele cara, porque se ali acontece um milgre, é porque Deus está com ele'. E muitos dizem assim: 'Está vendo? Esta obra é de Deus, porque está acontecendo essas coisas. Então eu sou um servo de Deus", disse.

"É... parece que faz lógica. Gente que diz: 'Senhor, eu estou fazendo milagres, ajudando gente, isso é sinal que o Senhor está comigo' e Deus diz: 'Claro... que não", acrescentou.

Para embasar sua reflexão, Zé Bruno leu a conhecida passagem de Mateus 7:22-23, na qual Jesus alerta sobre os falsos profetas.

"Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade", diz o trecho lido por Zé Bruno.

O pastor então destacou que um cristão verdadeiro não pode acreditar que Deus realmente precisa de homens para executar Sua obra.

"Você acha mesmo que Deus precisa de um homem para fazer o que Ele tem que fazer? Numa boa... você acredita nisso mesmo? Que raio de cristão é você?", questionou.

Zé Bruno também continuou a criticar os falsos profetas, alertando que eles não são verdadeiros pastores de ovelhas, mas homens que cuidam de "cabeças de gado".

"Gente que trata o povo de Deus, não como rebanho de ovelhas, mas como cabeças de gado, só falta usar um chapéu. Isso dói no coração. Muita gente acha que pregadores que fazem essas coisas que eu estou fazendo agora são 'invejosos'. O povo é santo, porque ele é de Deus", afirmou.

O vocalista da banda Resgate finalizou sua reflexão fechando a ilustração inicial de um currículo e destacando que alguém não pode colocar em suas atribuições, obras pelas quais não foi responsável.

"O seu currículo não pode conter aquilo que você não fez. O seu currículo não pode ter feitos pelos quais você não foi responsável", disse.

"Quando eu olho para trás, para as minhas experiências, se eu sou, de verdade, um servo de Deus, compreendo o Reino e o Rei, eu sei que nenhuma delas fui eu que fiz. Todas elas, pela graça, Deus realizou apesar de mim. Porque Deus não precisa de mim para fazer o que Ele tem que fazer. Ele me dá a dádiva, oportunidade, privilégio de poder compartilhar com Ele, na sua divindade, a realização de algo que não acontece pelas minhas mãos, nem pelas mãos de ninguém, mas por pura graça, poder e misericórdia de Deus", acrescentou.

Fonte: Guia-me

Um casal cristão perde a guarda de dois filhos por "falar a verdade que o coelho da pascoa não existe"

Em abril, no Canada um casal cristão apresentou uma ação judicial contra a Sociedade de Apoio Infantil 'Hamilton', depois que esta retirou duas crianças adotivas de sua casa, porque eles recusaram a mentir para as meninas, dizendo que o coelhinho da Páscoa realmente existia.

"Nós temos uma política de não mentir", disse Derek Baars, um dos pais adotivos, naquele momento, ao comentar que um funcionário da organização insistiu que ele e sua esposa, Frances Baars, contassem às suas duas filhas de 3 e 4 anos, que "o coelhinho da Páscoa é real".

"Nós explicamos à agência que não estamos preparados para contar uma mentira às crianças. Se as crianças nos perguntassem sobre esse assunto, não mentiríamos para elas", acrescentou.

Membros da Igreja Presbiteriana Reformada da América do Norte, Derek e sua esposa perderam a guarda sobre suas filhas e as crianças foram levadas da casa onde moravam com o casal.

Não sendo suficiente isso agora a província de Ontário aprovou uma nova lei que permite que o governo separe crianças de suas famílias que se recusam a aceitar a (identidade de gênero ou expressão de gênero), escolhida por seus filhos.

O chamado 'Ato de Apoio às Crianças, Jovens e Famílias de 2017' - ou 'Lei 89' - foi aprovado por um votação de 63 a 23, de acordo com o site 'The Christian Times'.

A nova lei exige as entidades de proteção de crianças, adoção, provedores de serviços de adoção e juízes levem em consideração e respeitem a "raça, ancestralidade, local de origem, cor, origem étnica, cidadania, diversidade familiar, deficiência, credo, sexo, orientação sexual e identidade e expressão de gênero" de cada criança.

"Eu consideraria que é uma forma de abuso, quando uma criança se identifica de um jeito e seu cuidador está dizendo: 'não, você precisa fazer isso de um jeito diferente", disse o ministro dos Serviços para Crianças e Famílias, Michael Coteau, que apresentou o projeto de lei para ser votado. "Se é abuso, e se estiver dentro da definição, uma criança pode ser removida do ambiente onde vive para ser colocada em proteção, onde o abuso é interrompido".

O projeto de lei substitui a Lei de Serviços à Criança e da Família, ou a Lei 28, que rege a proteção da criança, serviços de acolhimento e adoção.

O projeto de lei 28 afirmava que os pais de uma criança retém o direito de "direcionar a educação da criança e a educação religiosa". No entanto, a nova lei altera-se assim: "direcionar a educação e a educação da criança ou do jovem, de acordo com o credo da criança ou do jovem, identidade comunitária e identidade cultural".

Irwin Elman, advogada provincial de crianças e jovens da Ontário, disse em um comunicado: "Acredito que este novo Ato, em seus princípios, representa uma mudança de paradigma para a província com seu compromisso com a participação de crianças e jovens em todas as decisões que os afetam, a criação de um sistema de serviço centrado na criança e o compromisso com os direitos das crianças".

Jack Fonseca, estrategista político sênior da Coalizão 'Campaign Life', discorda das diretrizes da na 'Lei 89'.

"Com a aprovação da 'Lei 89', entramos em uma era de poder totalitário, dado ao Estado, como nunca antes testemunhado na história do Canadá. A 'Lei 89' é uma grave ameaça para os cristãos e para todas as pessoas de fé que têm filhos ou que desejam formar suas famílias através da adoção".

Fonte; Guia-me


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